Mercado Livre de Energia: Como condomínios podem reduzir até 30% da conta das áreas comuns
Abertura do mercado consumidor do Grupo A permite negociação direta de energia limpa e mais barata para o edifício.
A abertura do Mercado Livre de Energia no Brasil passou a permitir que consumidores conectados em alta e média tensão (Grupo A) escolham livremente seu fornecedor de eletricidade.
Como funciona para condomínios
Edifícios com elevado consumo em áreas comuns (bombas, elevadores, iluminação de garagens e sistemas de ar condicionado) deixam de ficar reféns da tarifa padrão da distribuidora local e passam a comprar energia renovável (eólica, solar ou biomassa) com preços pré-fixados em contrato.
Passos para a migração
- Análise de Fatura: Identificar se o contrato de demanda do condomínio atende aos requisitos do Grupo A.
- Estudo de Viabilidade: Avaliar a economia real estimada descontando taxas de transição.
- Aprovação Assemblear: Apresentar a proposta de migração para deliberação dos condôminos.
Redação Universo do Síndico
Equipe de jornalismo especializada em gestão condominial, direito imobiliário, manutenção e finanças.
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